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13/02/2005 - Autoridade médica católica censura critérios de morte encefálica

Os atuais critérios utilizados pelos médicos para determinar a "morte encefálica" – o ponto no qual órgãos vitais podem ser removidos de um doador – não são adequados, argumentou o Dr. Paul Byrne. Ele assinalou que no momento em que os órgãos são removidos, o coração do doador está batendo, seu corpo está quente, e outros órgãos vitais ainda estão funcionando, mesmo sem haver assistência médica.

"Morte encefálica não é morte", disse o Dr. Byrne.

Em um artigo publicado no Relatório do Mundo Católico em outubro de 2001 – com os bispos Fabian Bruskewitz e Robert Vasa, entre outros co-autores – Byrne argumentou que é a remoção dos órgãos vitais que causa a morte dodoador. Portanto, conclui o artigo, a doação de ógrãos vitais nunca é moralmente lícita.

Embora tenha dado seu suporte, em princípio, à doação de órgãos, o Papa João Paulo II pediu com urgência aos médicos que definam claros critérios para a morte de um doador de órgãos. O bispoMarcelo Sanchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia de Ciências, disse que o encontro da semana passada, em Roam, foi dedicado a tal propósito. (Catholic World, 7/2)

Fonte: http://www.cwnews.com/news/viewstory.cfm?recnum=35109

 

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