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18/10/2004 - Editorial da Revista da SBPC
Editorial da Revista da SBPC critica erros da declaração de morte encefálica do Conselho Federal de Medicina, cobrando urgente revisão desses critérios desde junho de 2000. Documento juntado em junho de 2000 no Ministério Público Federal, em Porto Alegre, e no dia 23 de junho de 2004 na CPI do Tráfico de Órgãos.
18/10/2004 - Morte Suspeita - Editorial do Jornal do Brasil de 01.03.1999, Caderno Brasil, página 08.
1. "Estaríamos matando pacientes, em geral pobres, que poderiam ser salvos em nome da eficiência e da esperança dos transplantes." 2. "É indispensável que, quando alguém passe a doador potencial, seja avaliado pelos métodos mais modernos de diagnóstico e, se não forem conclusivos, indicando lesão irreversível, deve-se tentar salvar esse paciente e não considerá-lo a priori, por falta de recursos, preguiça ou até ganância desenfreada, simples doador de órgãos."
02/11/2004 - Transplantes: Revista dos Anestesistas recomenda em Editorial realização de anestesia geral nos doadores para que não sintam dor durante a retirada de seus órgãos. Se estão mortos para que a recomendação de anestesia geral?
"Se uma pessoa não está morta, não deveria ter seus órgãos retirados." Em vista desse fato é que os gestores do Conselho Federal de Medicina foram acusados de homicídio culposo ao defenderem o teste da apnéia perante o Ministério Público Federal (desligamento do respirador do paciente por 10 minutos) no protocolo de morte no Brasil (Resolução CFM 1.480/97), em dezembro de 2003, que é feito para que o paciente não respire quando sentir seus órgãos retirados.
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