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26/03/2005 - Poucas opções para os pais de Terri, enquanto a Justiça nega requerimento
Do lado de fora da clínica, o pai de Terri, Robert Schindler, falou brevemente aos repórteres que ele e sua esposa irão continuar lutando para restabelecer o tubo de nutrição para sua filha. “Terri está ficando fraca. Ela está em suas últimas horas, de forma que alguma coisa deve ser feita, e rapidamente”, afirmou.
Na quinta-feira (24/3), a Suprema Corte negou audiência ao caso, e então o juiz George Greer, da corte do condado de Pinellas-Pasco, na Flórida, rejeitou os esforços do governador Jeb Bush de intervir no caso.
Ainda na tarde de quinta (24/3),os pais de Terri recorreram à corte de Atlanta, onde o juiz havia decidido manter a doente sem o tubo. “A Corte concluiu, consistentemente, que ela não queria ser mantida viva artificialmente”, disse o advogado do marido de Terri, George Felos. "Neste sentido, espero que os pais não continuem buscando opções legais, infrutiferamente, até o fim. Eu acredito que seria melhor eles usarem este tempo em reflexão”, disse Felos.
Em uma audiência de três horas antes da decisão do juiz Whittemore, na noite de quinta (24/3), o advogado David Gibbs argumentou que toda pessoa, de acordo com a 14ª Emenda Constitucional, é titular da vida, e que “a vida não pode ser negada”. Ele disse ter novas testemunhas que poderiam trazer evidências de valor para este julgamento e pediu ao juiz para prolongar a vida de Terri por pelo menos 30 dias.
No entanto, a situação da mulher, na questão jurídica, permanece inalterada, e ela está abandonada à morte.
Fonte:
The New York Times
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